Dois mil e oito foi ano de eleições. Mais uma vez surge em nossa cabeça uma preocupação terrível, uma preocupação de avaliação, como se nós duvidássemos de tudo e de todos.
Será que mais uma vez fomos enganados? Fique atento com o seu candidato, amigo. Talvez você esteja pensando errado sobre ele. Talvez ele roubou o seu dinheiro por 4 anos e você está ajudando ele a continuar te roubando por mais 4 anos. Será que ele fez algo de importante para a sua cidade? Ou ele vagabundeou o dia inteiro, coçou o saco naquelas cadeiras maravilhosas da câmara que custam 2200 reais enquanto você sua o dia inteiro e paga o salário dele? E o seu prefeito? Fez algo de importante que beneficiou você ou só continou financiando o trabalho dos marajás e dando emprego pra família dele?
Eu moro em São Paulo, e estou preocupado. Tanta gente ridícula que está concorrendo a cargos nem um pouco ridículos. Nada contra mas, já imaginaram o Sérgio Mallandro como vereador? Será que ele vai trabalhar ou vai fazer pegadinhas com a sua seriedade? Se eu fosse falar o nome de cada candidato escroto que eu já vi, iria ficar muito tempo escrevendo aqui.
Não vou continuar falando sobre isso. Cada um avalie sua própria intenção de voto e ao seu candidato e veja se ele realmente merece entrar para a câmara e representar o seu interessa lá dentro. Preste atenção, e vote com consciência.
Luís Pires
Quinta-feira, 9 de Outubro de 2008
Terça-feira, 23 de Setembro de 2008
Viciado, eu?
O que é o vício?

Bem, o meu amigo Aurélio diz que é um mau hábito, costume pernicioso, condenável. O Raul Seixas diz que é uma maluquez controlável. O Lula diz que é uma coisa normal do ser humano. E ele está certo (você não leu errado).
Cada um tem alguma compulsão por alguma coisa, não tem jeito. Uns por jogar video-game, outros por jogar futebol e tem até aqueles que abandonam a própria noiva pra blogar. Mas porque raios ficamos tão vidrados em fazer algo? Isso a biologiaexplica tenta explicar...
Quando gostamos muito de fazer alguma coisa, nossas glândulas produtoras de hormônio (isso foi um pleonasmo, eu acho) colocam nossos gostos e anseios que mais prezamos na primeira posição de coisas a fazer. Nós, com um instinto de superpreocupados, tentamos executá-lo (o ítem na primeira posição), com uma certa "boa vontade" de garantir que não vamos esquecê-lo. Isso cria uma compulsão. Essa compulsão é dificilmente vencida, pois as forças psicológicas e biológicas estão juntas numa combinação que, muitas vezes, pode ser fatal.
Alguns, erroneamente, dizem que o vício é uma burrice. Entrar no vício pode até ser chamado de burrice, porém alguém que está em um ciclo compulsivo não tem nada de burro. Na realidade, não tem nada de juízo. É humano. Quem nunca se sentiu viciado? Quando você chega em casa e, sem pensar em outras possibilidades, corre para o quarto, liga o PC e sente uma sensação (outro pleonasmo?) de alívio, segurança... é, isso é vício. Todos se viciam em alguma coisa pelo menos em um pedaço ou numa parte da vida. Na infância, o anseio pelo video-game; na puberdade, pela punhet... digo, masturbação; na mocidade, pelo PC (às vezes); e na adultice, mais raro, às vezes repetimos todos os ítens anteriores. Mas, na realidade, ninguém deve se culpar de estar viciado. Como já disse, faz parte da vida humana e, tendo um certo controle pessoal ou ajuda de terceiros, nos livramos dos vícios corriqueiros com certa "facilidade". O complicado é se livrar dos vícios letais...
Vícios letais são aqueles que podem prejudicar a existência da vida. Álcool, drogas e, até sexo, caso estejam em um processo compulsivo, podem ser chamados de vícios letais. A maior característica deles é a tremenda facilidade com que se entra e a tremenda dificuldade com que se sai, ou nem sai (maioria das vezes). É ridículo pensar que, por um simples ideal hedonista pessoas arriscam suas vidas, brincam com o próprio corpo e, muitas vezes matam a si mesmos. Não digo a morte corporal pois essa não é facultativa. Após estar dentro de um ciclo compulsivo não decidimos mais se viveremos ou não. Mas, sim, falo à respeito da morte espiritual da pessoa. Uma pessoa que morre espiritualmente não tem mais ideias de vida, muito menos segue os princípios básicos que a sociedade delimita. Não é respeitado por ninguém, muito menos por si mesmo. No estado de morte espiritual, não é a pessoa que controla o vício: na realidade, o vício é que controla e toma posse da pessoa. De cada 100 pessoas que entram para o mundo das drogas, por exemplo, 96 vão para o CSC: cadeia, sanatório, cemitério. Das 4 que sobrevivem, apenas 2 ressuscitam espiritualmente e, de cada 1000 pessoas que ressuscitam espiritualmente, 3 conseguem ter uma vida normal após a recuperação. Os números assustam. A cada dia, mais e mais pessoas são presas, enjauladas, pelos terríveis vícios letais. E elas não são burras. São inteligentes.
Quem um dia entrou foi burro, quem já está dentro é inteligente. Mas, o que adianta entender que, o LHC pode detonar o mundo quando já estivermos dentro de um buraco negro? Qual é a vantagem de saber a técnica de desenvolvimento de vinis se hoje só usamos blu-ray?
Pensem nisso.
Luís Pires

Bem, o meu amigo Aurélio diz que é um mau hábito, costume pernicioso, condenável. O Raul Seixas diz que é uma maluquez controlável. O Lula diz que é uma coisa normal do ser humano. E ele está certo (você não leu errado).
Cada um tem alguma compulsão por alguma coisa, não tem jeito. Uns por jogar video-game, outros por jogar futebol e tem até aqueles que abandonam a própria noiva pra blogar. Mas porque raios ficamos tão vidrados em fazer algo? Isso a biologia
Quando gostamos muito de fazer alguma coisa, nossas glândulas produtoras de hormônio (isso foi um pleonasmo, eu acho) colocam nossos gostos e anseios que mais prezamos na primeira posição de coisas a fazer. Nós, com um instinto de superpreocupados, tentamos executá-lo (o ítem na primeira posição), com uma certa "boa vontade" de garantir que não vamos esquecê-lo. Isso cria uma compulsão. Essa compulsão é dificilmente vencida, pois as forças psicológicas e biológicas estão juntas numa combinação que, muitas vezes, pode ser fatal.
Alguns, erroneamente, dizem que o vício é uma burrice. Entrar no vício pode até ser chamado de burrice, porém alguém que está em um ciclo compulsivo não tem nada de burro. Na realidade, não tem nada de juízo. É humano. Quem nunca se sentiu viciado? Quando você chega em casa e, sem pensar em outras possibilidades, corre para o quarto, liga o PC e sente uma sensação (outro pleonasmo?) de alívio, segurança... é, isso é vício. Todos se viciam em alguma coisa pelo menos em um pedaço ou numa parte da vida. Na infância, o anseio pelo video-game; na puberdade, pela punhet... digo, masturbação; na mocidade, pelo PC (às vezes); e na adultice, mais raro, às vezes repetimos todos os ítens anteriores. Mas, na realidade, ninguém deve se culpar de estar viciado. Como já disse, faz parte da vida humana e, tendo um certo controle pessoal ou ajuda de terceiros, nos livramos dos vícios corriqueiros com certa "facilidade". O complicado é se livrar dos vícios letais...
Vícios letais são aqueles que podem prejudicar a existência da vida. Álcool, drogas e, até sexo, caso estejam em um processo compulsivo, podem ser chamados de vícios letais. A maior característica deles é a tremenda facilidade com que se entra e a tremenda dificuldade com que se sai, ou nem sai (maioria das vezes). É ridículo pensar que, por um simples ideal hedonista pessoas arriscam suas vidas, brincam com o próprio corpo e, muitas vezes matam a si mesmos. Não digo a morte corporal pois essa não é facultativa. Após estar dentro de um ciclo compulsivo não decidimos mais se viveremos ou não. Mas, sim, falo à respeito da morte espiritual da pessoa. Uma pessoa que morre espiritualmente não tem mais ideias de vida, muito menos segue os princípios básicos que a sociedade delimita. Não é respeitado por ninguém, muito menos por si mesmo. No estado de morte espiritual, não é a pessoa que controla o vício: na realidade, o vício é que controla e toma posse da pessoa. De cada 100 pessoas que entram para o mundo das drogas, por exemplo, 96 vão para o CSC: cadeia, sanatório, cemitério. Das 4 que sobrevivem, apenas 2 ressuscitam espiritualmente e, de cada 1000 pessoas que ressuscitam espiritualmente, 3 conseguem ter uma vida normal após a recuperação. Os números assustam. A cada dia, mais e mais pessoas são presas, enjauladas, pelos terríveis vícios letais. E elas não são burras. São inteligentes.
Quem um dia entrou foi burro, quem já está dentro é inteligente. Mas, o que adianta entender que, o LHC pode detonar o mundo quando já estivermos dentro de um buraco negro? Qual é a vantagem de saber a técnica de desenvolvimento de vinis se hoje só usamos blu-ray?
Pensem nisso.
Luís Pires
Segunda-feira, 22 de Setembro de 2008
Vida Insana
Muitos reclamam da vida. Alguns fazem isso porque não conseguem melhorá-la com seu próprio esforço e com o resultado do trabalho das suas próprias mãos. Outros, porque têm tudo para se dar bem no caminhar e desenrolar dessa jornada e, por teimosia ou talvez até por orgulho, desistem da gigante oportunidade que possuem nas mãos, para tentar alguma atitude corajosa de liberdade e, acabam fracassando.
Mas eu digo, o que é falar sobre a vida, quando nós, na realidade, estamos contidos nela? Seria alguma metalingüística de grandíssima escala? Ou, na realidade, seria ousadia e preponderância da parte daqueles que se arriscam a medir características e traços típicos de um modelo de existência que chamamos de vida? Eu fico com a segunda opção.
Sim, dizer, falar, comentar, abordar, explanar e tentar fazer compreender algo sobre a vida é mera falta de humildade interior de cada um de nós. Quem pode dizer o que é a vida se, na realidade, foi criado e existe em função dela? Seria como um livro querer definir as condições do papel ou um vaso explicar sobre a denotação da cerâmica. É ridículo. Não quero desmerecer nenhum psicólogo, porém, dizer o que é certo ou o que é errado, o que é viável ou não-viável, ou o que é de juízo e o que é insano a realizar na vida, é pura demonstração de prepotência aos seus próximos.
Existe alguém que define os princípios. Eu, com uma base cristã que adoto até hoje, creio que Deus, o Senhor, criou e fundou o planeta Terra e a vida. Portanto, acredito que quem define a moral e a ética é Ele. Isso envolve fé e opinião, não obstante cada um pensa de alguma maneira, a qual lhe satisfaz e elimina as suas dúvidas em relação ao que pensa ser duvidoso. Mas, com uma tremenda idiotice, nós, os seres humanos, tentamos definir com as próprias mãos as regras que nós mesmos devemos seguir. Onde já se viu! Na realidade, quem faz o jogo é que define as regras. Somos nós, por acaso, que criamos e sintetizamos as vidas?
Pois não venham (a mídia) tentar me convencer do que fazer. Não vou seguir os seus padrões de vida, muito menos me sujeitar ao clichê de estilo burguês de ser.
E, pra frizar, não reclame da vida. Ela é sua.
Luís Pires
Mas eu digo, o que é falar sobre a vida, quando nós, na realidade, estamos contidos nela? Seria alguma metalingüística de grandíssima escala? Ou, na realidade, seria ousadia e preponderância da parte daqueles que se arriscam a medir características e traços típicos de um modelo de existência que chamamos de vida? Eu fico com a segunda opção.
Sim, dizer, falar, comentar, abordar, explanar e tentar fazer compreender algo sobre a vida é mera falta de humildade interior de cada um de nós. Quem pode dizer o que é a vida se, na realidade, foi criado e existe em função dela? Seria como um livro querer definir as condições do papel ou um vaso explicar sobre a denotação da cerâmica. É ridículo. Não quero desmerecer nenhum psicólogo, porém, dizer o que é certo ou o que é errado, o que é viável ou não-viável, ou o que é de juízo e o que é insano a realizar na vida, é pura demonstração de prepotência aos seus próximos.
Existe alguém que define os princípios. Eu, com uma base cristã que adoto até hoje, creio que Deus, o Senhor, criou e fundou o planeta Terra e a vida. Portanto, acredito que quem define a moral e a ética é Ele. Isso envolve fé e opinião, não obstante cada um pensa de alguma maneira, a qual lhe satisfaz e elimina as suas dúvidas em relação ao que pensa ser duvidoso. Mas, com uma tremenda idiotice, nós, os seres humanos, tentamos definir com as próprias mãos as regras que nós mesmos devemos seguir. Onde já se viu! Na realidade, quem faz o jogo é que define as regras. Somos nós, por acaso, que criamos e sintetizamos as vidas?
Pois não venham (a mídia) tentar me convencer do que fazer. Não vou seguir os seus padrões de vida, muito menos me sujeitar ao clichê de estilo burguês de ser.
E, pra frizar, não reclame da vida. Ela é sua.
Luís Pires
Sábado, 13 de Setembro de 2008
Quero ser um parceiro
Uma grande técnica dos blogs, para conseguir visita, hoje em dia, é através das parcerias. Blogueiros amigos indicam uns aos outros com a intenção de aumentar a quantidade de panacas pessoas que entram em seus blogs. Com a lixeira não é diferente!
Somos um blog iniciante, ainda, porém queremos sua ajuda (apoio) e também queremos te ajudar (apoiar).
Para tal efeito, a única coisa que você tem que fazer é botar o nosso banner no seu site. Daí você avisa a gente através do nosso e-mail ou do nosso formulário de contato. Mande também o seu banner ou o seu link, porém, não sabemos até quando a "estante" de banners estará disponível. Caso ela lotar (máximo de 20 banners) eu faço uma lista de links. Quando isso acontecer, vai passar a valer aquela política de "os-que-mandam-mais-visitas-ficam-com-o-melhor-lugar".
Ok? Então beleza na calabresa. Segue aí o meu banner e o código dele.

Falô!
Somos um blog iniciante, ainda, porém queremos sua ajuda (apoio) e também queremos te ajudar (apoiar).
Para tal efeito, a única coisa que você tem que fazer é botar o nosso banner no seu site. Daí você avisa a gente através do nosso e-mail ou do nosso formulário de contato. Mande também o seu banner ou o seu link, porém, não sabemos até quando a "estante" de banners estará disponível. Caso ela lotar (máximo de 20 banners) eu faço uma lista de links. Quando isso acontecer, vai passar a valer aquela política de "os-que-mandam-mais-visitas-ficam-com-o-melhor-lugar".
Ok? Então beleza na calabresa. Segue aí o meu banner e o código dele.

Falô!
Segunda-feira, 8 de Setembro de 2008
Quer um PlayStation2?
Pois eu conheço um lugar onde você pode comprar ele.

Clique aqui, para saber o seu ótimo preço.

Ai, meu Deus! Era só o que me faltava.
Provas
Fiquei parado essa semana para estudar e exexutar as provas e simulados.
Peço desculpas aos leitores pelo tempo sem nenhum post.
Hoje as postagens já voltam ao normal.
Abraço!
Quinta-feira, 4 de Setembro de 2008
Antigo porém legal - Resolvedor de problemas
Hoje começa uma nova sessão no blog: Antigo porém legal. Aqui, vou colocar coisa velha pra cacilda, que nos divertiram pelo tempo em que foram famosas e que, com certeza, alguns nem viram.
O primeiro é o famoso fluxograma resolvedor de problemas. Demais!

Gostou? Mande um feedback! É só clicar aqui.
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